08h49 - terça, 26/07/2011

AMGAP teme privatização da Águas de Portugal e quer renegociar parceria com Governo

AMGAP teme privatização da Águas de Portugal e quer renegociar parceria com Governo

A Associação de Municípios para a Gestão da Água Pública (AMGAP) quer discutir com a ministra do Ambiente uma proposta de renegociação da sua parceria pública com o Estado, que pode estar "em risco" com a eventual privatização da Águas de Portugal (AdP).
Em declarações à Lusa esta segunda-feira, 25, o presidente da AMGAP disse que a associação vai pedir uma reunião à ministra do Ambiente para discutir uma "proposta de renegociação da parceria", porque as circunstâncias actuais são "completamente diferentes em vários pontos de vista" das que existiam quando a parceria foi celebrada.
A eventual privatização da AdP e o futuro da parceria, entre outras questões, serão discutidas na reunião, disse José Maria Pós-de-mina, que admitiu que a privatização total ou da maioria do capital da AdP pode pôr "em risco" a parceria com o Estado.
Através da parceria, a AdP, em representação do Estado, e a AMGAP, criaram em 2009 a empresa Águas Públicas do Alentejo para melhorar e gerir o abastecimento em alta e o saneamento de águas residuais nos concelhos parceiros.
A empresa, integrada no sector empresarial do Estado, é detida em 51 por cento pela AdP e em 49 por cento pela AMGAP, que é formada por 14 municípios do distrito de Beja, quatro de Évora e três de Setúbal.


COMENTÁRIOS

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22:29, Sábado, 30 de Outubro de 2019
Há privatizações que não se podem fazer
Segundo estudos dentro de 30 a 50 anos uma parte importante da Península Ibérica estará em adiantado estado de desertificação.
Os nossos principais rios nascem em Espanha (Minho, Lima, Douro, Tejo e Guadiana) e isto quer dizer que nunca controlaremos integralmente os seus caudais.
Que, segundo os media, existem empresas espanholas e francesas interessadas nesta privatização.
Ora, sem água, o nosso povo não vive e também o nosso governo perderá toda e qualquer capacidade de decisão em relação à política agrícola e energética de Portugal.
Perante este quadro, tão negro, esta questão também tem a ver com segurança nacional.
É por tudo isto que esta privatização, e outras de empresas com as mesmas características e impactos sociais, não se pode efectuar.
Caso contrário o nosso governo estará a vender-nos por um prato de lentilhas!

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Data: 11/10/2019
Edição n.º:

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