08h43 - terça-feira, 31/07/2012
Haxixe apreendido no fim-de-semana em Odemira vale nove milhões de euros
A Polícia Judiciária (PJ) revelou esta segunda-feira, 30, que as cerca de três toneladas apreendidas na zona de Odemira durante uma operação que levou à captura de nove suspeitos, rondarão, a preço de mercado, nove milhões de euros.
Em conferência de imprensa conjunta, as autoridades portuguesas e espanholas afirmaram que a investigação "está em aberto" e "vai continuar nos dois países", tendo o coordenador superior da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE) da PJ, anunciado que haverá "novas detenções" em Portugal e Espanha.
Joaquim Pereira acrescentou que dos nove presumíveis traficantes de droga, três são espanhóis e seis portugueses, entre os quais quatro tinham grau de parentesco: dois pais e dois filhos.
O coordenador da PJ lamentou ainda a morte de um décimo elemento, que acredita tratar-se de um galego, o qual faleceu quando caiu dos flutuadores da lancha rápida e foi apanhado pelas hélices, no momento em que outros elementos se aperceberam da presença das autoridades e tentaram a fuga.
Joaquim Pereira disse ainda que a investigação durou cerca de ano e meio, adiantando que o produto estupefaciente era proveniente do Norte de África, provavelmente de Marrocos, seguiu por mar até Odemira, onde os suspeitos iam descarregá-la para um barracão e depois transportá-la para Espanha, por via terrestre.
Entretanto, os nove presumíveis traficantes de droga ficaram em prisão preventiva, revelou à Agência Lusa fonte do DCIAP de Lisboa.
Os suspeitos foram ouvidos no Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa, pelo juiz Carlos Alexandre, que aplicou a medida de coacção mais grave a todos.
A fonte do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), liderado pela procuradora Cândida Almeida, onde decorre o processo, indicou que os nove alegados traficantes foram interrogados no sábado e no domingo.
Em conferência de imprensa conjunta, as autoridades portuguesas e espanholas afirmaram que a investigação "está em aberto" e "vai continuar nos dois países", tendo o coordenador superior da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE) da PJ, anunciado que haverá "novas detenções" em Portugal e Espanha.
Joaquim Pereira acrescentou que dos nove presumíveis traficantes de droga, três são espanhóis e seis portugueses, entre os quais quatro tinham grau de parentesco: dois pais e dois filhos.
O coordenador da PJ lamentou ainda a morte de um décimo elemento, que acredita tratar-se de um galego, o qual faleceu quando caiu dos flutuadores da lancha rápida e foi apanhado pelas hélices, no momento em que outros elementos se aperceberam da presença das autoridades e tentaram a fuga.
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