08h48 - terça, 31/07/2012

João Ramos acusa Governo de "falta de vontade política" para dinamizar aeroporto de Beja

João Ramos acusa Governo de "falta de vontade política" para dinamizar aeroporto de Beja

O deputado do PCP eleito por Beja, João Ramos, acusa o Governo de ter "falta de vontade política" para pôr o aeroporto de Beja a funcionar e lamenta as incertezas sobre outros projectos do Baixo Alentejo, como o Alqueva e a construção da A26.
Em relação ao aeroporto de Beja, há "um acumular de atrasos que não serão benéficos" e "uma grande falta de vontade política" do Governo "em resolver o problema" e pôr a infraestrutura a funcionar, disse João Ramos durante a conferência de imprensa onde fez o balanço da sua actividade na última sessão legislativa na Assembleia da República.
Segundo o deputado, a "prova" da "falta de vontade política" do Governo, que "tem de ser ultrapassada", está sobretudo no atraso de seis meses na criação do grupo de trabalho para definir formas de rentabilização do aeroporto de Beja.
Por outro lado, "muitas vezes", as forças políticas que suportam o Governo PSD/CDS-PP referem-se ao aeroporto de Beja como sendo um "elefante branco", acrescentou.
João Ramos frisou também que há "atrasos" no processo de captação de investimentos e procura de soluções para o aeroporto de Beja, que devia ter começado quando arrancou a construção da infra-estrutura aeroportuária.
João Ramos sublinhou ainda que "o grupo parlamentar do PCP foi o que mais trabalhou em prol do distrito de Beja" na passada legislatura, tendo apresentado 58 perguntas (contra 18 do PS e duas do PSD) e quatro projectos de resolução (contra um do PSD e nenhum do PS) sobre matérias do distrito.


COMENTÁRIOS

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13:58, Terça-feira, 31 de Janeiro de 2020
Reinaldo Louro
O que o sr. deputado comunista João Ramos omitiu é que existe uma comissão liderada pelo eng. João Paulo Ramôa, ex-governador civil de Beja e representações das forças vivas do distrito para apresentar relatório escrito da viabilidade do mesmo e das valências anexas.
O que voltou a omitir foi que para além do auto-elogio do trabalho realizado na Assembleia da República, optou pelo silêncio assim como toda a sua bancada na assinatura da contestação junto do Tribunal Constituicional ( como fizeram deputados do PS e do BE ), perante a inconstituicionalidade do corte dos subsídios de férias e de natal dos funcionários públicos e pensionistas alentejanos.
Legislar não é ser oportunista, populista e demagogo !

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