06h00 - sexta-feira, 10/08/2012
Presidente da Turismo do Alentejo e PCP preocupados com insolvência do Parque Alqueva (ACT.)
O presidente da Turismo do Alentejo, António Ceia da Silva, ficou “preocupado” com o pedido de insolvência das empresas do grupo SAIP, lideradas por José Roquette e promotoras do maior projecto turístico ligado ao Alqueva.
“Quero manifestar preocupação com o facto de um dos projectos que era claramente impulsionador e gerador de sinergias no Alqueva estar nesta situação”, diz António Ceia da Silva, em declarações à Agência Lusa.
O responsável diz estar “consciente” daquilo que é hoje “a ausência de financiamento” na banca portuguesa e no sistema financeiro europeu.
Contudo, Ceia da Silva assegura que a Turismo do Alentejo está a preparar, “desde há alguns meses”, uma acção para a captação de investimentos e financiamentos para a região.
Esta iniciativa, revela, conta com a colaboração da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) e está direccionada para os projectos de Potencial Interesse Nacional (PIN), entre outros, alavancados para o Alentejo.
A acção, adianta, irá ser realizada junto de possíveis investidores nos Emirados Árabes Unidos e no Brasil.
“Aquilo que estamos a organizar são missões empresariais que irão decorrer em Dezembro para os empresários”, afirma.
A Turismo do Alentejo, segundo Ceia da Silva, “está a preparar os mecanismos, junto da AICEP e das embaixadas, para que seja possível ter dois momentos da apresentação destes projectos por parte dos empresários”, para que “seja susceptível conseguirem obter parcerias”, explica.
Entretanto, o PCP de Beja também se mostra preocupado com "o anúncio sucessivo nos últimos dias de cancelamento de grandes investimentos, designadamente investimentos produtivos por dificuldades do seu financiamento por parte da banca ou a retirada de apoios no âmbito do QREN", como é o caso do Parque Alqueva.
Em comunicado, e apesar de algumas críticas aos contornos do investimento previsto por José Roquette, os comunistas bejenses defendem que "para a região não é positivo que projectos de grande dimensão e impacto económico e social, desde que inseridos no aproveitamento integral do Empreendimento com Fins Múltiplos de Alqueva nas suas diversas componentes - agrícola, energética e turística - a concretização de infra-estruturas de apoio no âmbito das vias de comunicação rodoviária e ferroviário e o aproveitamento do aeroporto de Beja que permitirão o desenvolvimento da região e a criação de emprego com a correspondente fixação das populações, não sejam realizados".
Recorde-se que na última terça-feira, 7, a SAIP revelou que as suas empresas do projecto turístico Roncão d’El Rei – antigo Parque Alqueva -, em Reguengos de Monsaraz, “apresentaram-se a Processo Especial de Insolvência”, no tribunal daquele concelho, em resultado da falta de acordo quanto ao modelo de financiamento do projecto, que foi comunicada, de forma definitiva, pelo grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), no final do mês de Julho.
MAIS INFORMAÇÃO NA EDIÇÃO DE 10 DE AGOSTO DO "CORREIO ALENTEJO", JÁ NAS BANCAS
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Sexta-feira, 10 de Agosto de 2012, 12h56
SN
Os turistas que visitam a Europa, eles nem se apercebem que a Europa que eles visitam não é a Europa actual.
Sexta-feira, 10 de Agosto de 2012, 12h54
SN
Lá por o deserto do Sará ser muito quente não quer dizer que lá se possam plantar bananeiras em grande escala.
O Turismo na Europa mudou e o turismo que ai vem é turismo de hotéis. E são clientes asiáticos e sul americanos e mais tarde africanos de ficam pouco tempo e partem com a suas maquinas fotográficas e vídeo para outras paragens.
São turistas que querem visitar a Europa pela sua historia. Eles nem se Apercebem que a Europa que eles visitam não é a Europa actual mas sim a Europa de outros séculos passados. ( a Europa do património histórico)
O Alqueva nas suas colinas mais altas pode ser rentável construir hotéis com vistas soberbas sobre a barragem, mas não mais aldeamentos como se vê no sul de Espanha, e que estão vazios de vida humana. E rentabilidade.
Hotéis sim! apartamentos e casas não.
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“Quero manifestar preocupação com o facto de um dos projectos que era claramente impulsionador e gerador de sinergias no Alqueva estar nesta situação”, diz António Ceia da Silva, em declarações à Agência Lusa.
O responsável diz estar “consciente” daquilo que é hoje “a ausência de financiamento” na banca portuguesa e no sistema financeiro europeu.
Contudo, Ceia da Silva assegura que a Turismo do Alentejo está a preparar, “desde há alguns meses”, uma acção para a captação de investimentos e financiamentos para a região.
Esta iniciativa, revela, conta com a colaboração da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) e está direccionada para os projectos de Potencial Interesse Nacional (PIN), entre outros, alavancados para o Alentejo.
A acção, adianta, irá ser realizada junto de possíveis investidores nos Emirados Árabes Unidos e no Brasil.
“Aquilo que estamos a organizar são missões empresariais que irão decorrer em Dezembro para os empresários”, afirma.
A Turismo do Alentejo, segundo Ceia da Silva, “está a preparar os mecanismos, junto da AICEP e das embaixadas, para que seja possível ter dois momentos da apresentação destes projectos por parte dos empresários”, para que “seja susceptível conseguirem obter parcerias”, explica.
Entretanto, o PCP de Beja também se mostra preocupado com "o anúncio sucessivo nos últimos dias de cancelamento de grandes investimentos, designadamente investimentos produtivos por dificuldades do seu financiamento por parte da banca ou a retirada de apoios no âmbito do QREN", como é o caso do Parque Alqueva.
Em comunicado, e apesar de algumas críticas aos contornos do investimento previsto por José Roquette, os comunistas bejenses defendem que "para a região não é positivo que projectos de grande dimensão e impacto económico e social, desde que inseridos no aproveitamento integral do Empreendimento com Fins Múltiplos de Alqueva nas suas diversas componentes - agrícola, energética e turística - a concretização de infra-estruturas de apoio no âmbito das vias de comunicação rodoviária e ferroviário e o aproveitamento do aeroporto de Beja que permitirão o desenvolvimento da região e a criação de emprego com a correspondente fixação das populações, não sejam realizados".
Recorde-se que na última terça-feira, 7, a SAIP revelou que as suas empresas do projecto turístico Roncão d’El Rei – antigo Parque Alqueva -, em Reguengos de Monsaraz, “apresentaram-se a Processo Especial de Insolvência”, no tribunal daquele concelho, em resultado da falta de acordo quanto ao modelo de financiamento do projecto, que foi comunicada, de forma definitiva, pelo grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), no final do mês de Julho.
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Sexta-feira, 10 de Agosto de 2012, 12h56
SN
Os turistas que visitam a Europa, eles nem se apercebem que a Europa que eles visitam não é a Europa actual.
Sexta-feira, 10 de Agosto de 2012, 12h54
SN
Lá por o deserto do Sará ser muito quente não quer dizer que lá se possam plantar bananeiras em grande escala.
O Turismo na Europa mudou e o turismo que ai vem é turismo de hotéis. E são clientes asiáticos e sul americanos e mais tarde africanos de ficam pouco tempo e partem com a suas maquinas fotográficas e vídeo para outras paragens.
São turistas que querem visitar a Europa pela sua historia. Eles nem se Apercebem que a Europa que eles visitam não é a Europa actual mas sim a Europa de outros séculos passados. ( a Europa do património histórico)
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