06h41 - quinta, 13/09/2012

Municípios preocupados com renegociação da subconcessão rodoviária do Baixo Alentejo

Municípios preocupados com renegociação da subconcessão rodoviária do Baixo Alentejo

A Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) está preocupada com as consequências "negativas" da renegociação da subconcessão rodoviária do Baixo Alentejo, que poderá implicar a eliminação de troços e vias da A26 e de intervenções de requalificação do IP2.
As consequências são "negativas" e "uma má notícia" para o Baixo Alentejo, porque "não vamos ter a A26 construída e o IP2 requalificado como estava definido nos termos do contrato da subconcessão e melhor corresponderia aos interesses da região", disse à Agência Lusa o presidente da CIMBAL, José Maria Pós-de-Mina.
O também presidente da Câmara de Moura falava após a reunião desta quarta-feira, 12, entre o conselho executivo da CIMBAL e o secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Silva Monteiro.
O Governo, através da Estradas de Portugal, está a renegociar o contrato da subconcessão Baixo Alentejo "com o objectivo de reduzir intervenções previstas para garantir a sustentabilidade da concessão", disse José Maria Pós-de-Mina.
Segundo o autarca, reportando-se a informações prestadas por Sérgio Silva Monteiro, o Governo tem a "expectativa" de que a renegociação da subconcessão Baixo Alentejo possa terminar "até ao final deste mês" e, só depois, haverá "informação completa" sobre as intervenções a realizar.
No entanto, segundo o secretário de Estado, poderá haver alterações como a "supressão" de troços e vias da A26, ou seja, alguns dos troços poderão não ser construídos e outros poderão ter menos do que as quatro faixas, duas em cada sentido, previstas, lamentou.
Por outro lado, continuou, algumas das intervenções de requalificação do IP2 poderão não ser efectuadas.
"Estamos preocupados e não saímos satisfeitos da reunião, porque o que estava previsto", a construção da A26 entre Sines e Beja e o IP2 requalificado nos troços São Manços/Beja e Beja/Castro Verde, "pelos vistos, para já, não é o que vai acontecer", lamentou, referindo, no entanto, que há "abertura" do Governo "para que a situação possa ser revista no futuro".
As obras de construção da A26 e de requalificação do IP2, nos troços São Manços/Beja e Beja/Castro Verde, incluídas na subconcessão Baixo Alentejo, estão suspensas devido à renegociação do contrato entre o Governo e o concessionário, a Estradas da Planície.
Segundo José Maria Pós-de-Mina, o secretário de Estado disse que, "até ao final deste ano", o Governo irá fazer um plano nacional de pequenas intervenções em estradas do país e a CIMBAL espera que "possa contemplar a requalificação de algumas vias da região".


COMENTÁRIOS

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16:08, Quinta-feira, 13 de Abril de 2020
Ricardo Zambujo
No Alto Alentejo o IP2 foi todo requalificado e com muito menos trafego........poque será!

09:50, Quinta-feira, 13 de Setembro de 2020
o IP2 foi requalificado de Solorico da Beira até Foz Côa. era para ser com separador central e duas faixas da cada lado. Sócrates renegociou a contracto com a ASCENDI (Mota Engil/BES) e a auto estrada só chegou a Trancoso, dali para a frente é o maior disparate que eu já vi em toda a Europa numa via rodoviária. A troços com 4 faixas e em recta plana depois troços com 3 faixas na subida e do lado direito só com uma. circula-se sem saber o que é que se vai encontrar mais a frente. afunila-se. alarga-se, estreita-se tudo em poucos mil metros. Se fosse uma via com muito trafico só podia dar acidentes diariamente. A Ponte sobre o rio douro não foi construída, outro corte. vai-se numa via depois volta-se para trás para passar por cima da tapada da barragem do pocinho. Se fizerem uma via assim de Sines para Beja para depois dizerem que gastaram tantos milhões na região, é melhor esperar mais um ano ou dois e fazer tudo em Auto Estrada. O IP2 é um caminho de cabras em comparação a meia dúzias da auto estradas as moscas a volta do Porto. E Lisboa ja se prepara para fazer mais um Hospital de muitos milhões de euros. Lisboa e Porto papam tudo.


Falta um lobby unido na Baixo alentejo.

O Alentejo a Moeda fraca.

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Data: 15/05/2020
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