09h35 - quinta, 27/12/2012

Governo decide hoje
novo "dono" da ANA

Governo decide hoje novo "dono" da ANA

O Governo decide esta quinta-feira, 27, a privatização da ANA – Aeroportos de Portugal, com a escolha de um dos quatro consórcios concorrentes à concessionária aeroportuária, uma semana depois de ter anunciado o fim do processo de privatização da TAP.
Em cima da mesa, está a proposta da francesa Vinci, accionista da Lusoponte, concessionária das pontes Vasco da Gama e 25 de Abril até 2030, que terá apresentado a proposta mais alta à compra da ANA. Com presença em mais de 100 países, através de concessões rodoviárias, ferroviárias e gestão de parques de estacionamento, o grupo gere nove aeroportos em França e três no sudeste asiático.
Os alemães da Fraport, empresa gestora de 13 aeroportos entre os quais o de Frankfurt, partiram para este negócio com o fundo australiano IFM, sendo dos quatro consórcios o que conta com um maior número de passageiros.
A terceira proposta resulta da união de candidatos que ficaram pelo caminho na primeira fase do processo de privatização da ANA – a brasileira CCR e o fundo Global Infrastructure Partners – à suíça Flughafen Zurich, que gere o aeroporto de Zurique.
A EAMA, é liderado pela Corporación América e integra a Sonae Sierra, Auto Sueco, Empark e Engevix, tem a gestão de 50 aeroportos em sete países sobretudo na América Latina, dos quais 36 se encontram no país de origem, a Argentina.
O contrato de concessão da ANA, com um prazo de 50 anos, abrange os aeroportos de Lisboa, Faro, Porto, Ponta Delgada, Santa Maria, da Horta, Flores e o terminal civil de Beja.
A concessão compreende a realização das actividades comerciais que possam ser desenvolvidas nos aeroportos ou noutras áreas afectas à concessão, o direito exclusivo (por um período limitado) da concessionária apresentar ao concedente uma proposta de concepção, construção, financiamento e/ou exploração e gestão do Novo Aeroporto de Lisboa (NAL) e a prestação de actividades de concepção, de projecto, de construção, de reforço, de reconstrução, de extensão, de desactivação e de encerramento de aeroportos.


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