12h20 - quinta, 26/10/2017

Os desafios do Politécnico


Carlos Pinto
Quatro meses depois da decisão do conselho geral do Politécnico de Beja (IPBeja), o Governo – através do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – homologou finalmente a eleição de João Paulo Trindade como novo presidente da instituição. O antigo presidente da Câmara de Alvito sucede no cargo a Vito Carioca e tem pela frente enormes desafios, no sentido de garantir um crescimento sustentável e com bases sólidas para o Politécnico.
É bom lembrar que desde que nasceu, na década de 80, que o IPBeja se assumiu como ferramenta essencial para o desenvolvimento regional. E a palavra "ferramenta" não surge aqui por acaso: é que a aposta na Educação é, sem dúvida, a melhor forma de dinamizar as sinergias de toda uma região, através da capacitação do território e das suas gentes, por forma a tirar partido de todo o potencial existente.
Esse trabalho, louve-se, foi competentemente realizado pelo IPBeja ao longo dos últimos 30 anos. E são muitos os exemplos disso mesmo em domínios sócio-económicos tão diversos como a agricultura ou as novas tecnologias, passando, inclusive, pelo desporto, pela saúde ou pela acção social. Em todas estas áreas o Politécnico foi determinante para que a região pudesse ter as competências que lhe faltavam. Mas este é um trabalho que nunca estará terminado…
Ora é precisamente neste enquadramento que surgem os desafios que João Paulo Trindade (e restante equipa) terá pela frente. Numa altura em que instituição conseguiu voltar a aumentar o número de colocados e num momento em que se respira na região um clima económico mais positivo e esperançoso, é preciso que o IPBeja seja capaz de manter a resposta formativa que o Baixo Alentejo necessita e que consiga alcançar a meta da internacionalização através do incremento da investigação e da inovação. Se tal suceder, o futuro está garantido: o do Politécnico e o da região.



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Data: 09/08/2019
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