09h26 - terça, 29/01/2008

Alentejo com desempenho negativo nas contas regionais

Alentejo com desempenho negativo nas contas regionais

O Algarve foi a região com maior crescimento económico em 2005 e o Alentejo foi a única a registar um desempenho negativo, de acordo com as Contas Regionais definitivas de 2005, hoje divulgadas pelo INE.
Os dados do Instituto Nacional de Estatística indicam que, em 2005, enquanto que o PIB regional do Algarve registou um aumento de 2,7 por cento, acima da média nacional que foi de 0,9 por cento, o Alentejo registou um saldo negativo de -0,9 por cento.
O Produto Interno Bruto da Região Autónoma dos Açores registou um crescimento de 2,1 por cento, o da Madeira 2 por cento, o de Lisboa 1,2 por cento e o da região Norte 1 por cento.
O crescimento negativo das actividades da agricultura, caça, silvicultura,pesca e aquicultura a nível nacional (da ordem dos 5,6%) "afectou particularmente o Alentejo (-14 por cento), o Norte (-3,3 por cento), o Centro (-3,1 por cento) e o Algarve (-3 por cento)", salienta o INE.
A diminuição real a nível nacional do Valor Acrescentado Bruto (VAB) da indústria, energia e construção teve um impacto negativo sobretudo no Algarve (menos 5,4 por cento), em Lisboa (-2,4 por cento), Centro (-2,3 por cento) e no Norte (-1,3 por cento).
Por sua vez, a construção teve um maior contributo no VAB da Região Autónoma da Madeira (9,5 por cento), no Alentejo (4,3 por cento) e na Região Autónoma dos Açores (6,2 por cento).
Os serviços aumentaram 4,4 por cento no Algarve, 2,3 por cento na Região Autónoma da Madeira e no Norte, tendo estas regiões superado a média do país (2 por cento).
Os dados do INE revelam ainda que a região de Lisboa foi a que apresentou o maior crescimento em termos do rendimento disponível das famílias, com uma taxa de 5,5 por cento. Em 2005, a o rendimento disponível das famílias per capita foi de 12.569 euros.
A Região Autónoma dos Açores teve uma taxa de crescimento de 4,6 por cento (para 9.366 euros), o Algarve 3,7 por cento (4.325 euros), a Madeira 3,2 por cento (10.318 euros), a região Centro 3 por cento (8.879 euros), a Região Norte 2,9 por cento (8.118 euros) e o Alentejo 1,1 por cento (para 9.053 euros).


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Data: 07/08/2020
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